O Saque de Lindisfarne foi um ataque realizado por vikings na ilha de Lindisfarne, na costa nordeste da Inglaterra, em 8 de junho de 793 d.C. A abadia de Lindisfarne, um importante centro religioso da época, foi saqueada e queimada pelos vikings.
De acordo com o relato do monge Alcuíno de York, que viveu na época, o ataque foi uma "tempestade cruel" que caiu sobre a ilha de Lindisfarne. Em uma carta escrita em latim, ele descreve a cena da seguinte maneira: "Eles destruíram tudo, incendiaram a igreja, profanaram o altar, saquearam a biblioteca, mataram muitas pessoas e levaram algumas cativas".
Outro relato importante sobre o Saque de Lindisfarne é do historiador saxão do século IX, Asser. Ele escreveu: "Eles saquearam a igreja, queimaram todas as coisas valiosas que encontraram, mataram alguns monges e outros homens nas proximidades da igreja, levaram algumas pessoas cativas para seus navios e muitas outras coisas cruéis fizeram".
Além desses relatos, há também evidências arqueológicas que comprovam o Saque de Lindisfarne. Uma escavação realizada na década de 1970 descobriu restos de incêndios e destruição na abadia de Lindisfarne que datam do período em que o ataque ocorreu.
Em resumo, o Saque de Lindisfarne foi um evento histórico violento e significativo que marcou o início da era viking na Europa. As fontes e evidências disponíveis permitem uma compreensão clara do que aconteceu na época.
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